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	<title>caritas &#8211; Portalegre-Castelo Branco</title>
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	<title>caritas &#8211; Portalegre-Castelo Branco</title>
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		<title>Diocese assume desafio de criar proximidade, perante isolamento e envelhecimento da população</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="390" height="260" src="https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" loading="lazy" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4.jpg 390w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-300x200.jpg 300w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-15x10.jpg 15w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-120x80.jpg 120w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-300x200@2x.jpg 600w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-15x10@2x.jpg 30w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-120x80@2x.jpg 240w" sizes="(max-width: 390px) 100vw, 390px" />D. Antonino Dias diz que comunidades não se medem pelas pessoas que têm, mas pela “capacidade de amar” e “estar abertas a cuidar do outro” &#8230; <a href="https://www.portalegre-castelobranco.pt/diocese-assume-desafio-de-criar-proximidade-perante-isolamento-e-envelhecimento-da-populacao">Ler Mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="390" height="260" src="https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" loading="lazy" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4.jpg 390w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-300x200.jpg 300w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-15x10.jpg 15w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-120x80.jpg 120w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-300x200@2x.jpg 600w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-15x10@2x.jpg 30w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre-390x260-4-120x80@2x.jpg 240w" sizes="(max-width: 390px) 100vw, 390px" /><p style="font-size: 10px">Foto: Agência ECCLESIA/PR. </p>
<p style="font-size: 10px">MAÇÂO. </p>
</p>
<p><!--raw--><br /><!--/raw--><em><q>D. Antonino Dias diz que comunidades não se medem pelas pessoas que têm, mas pela “capacidade de amar” e “estar abertas a cuidar do outro” </em></q><!--raw--><br /><!--/raw--></p>
<h1>&nbsp;</h1>
<p id="caption-attachment-130910">D. Antonino Dias quer que a pastoral social chegue, com os seus respetivos n&uacute;cleos, a todas as par&oacute;quias da diocese, promovendo uma cultura de proximidade, perante o isolamento e o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;H&aacute; muita esp&eacute;cie de pobreza e h&aacute; muitas maneiras de manifestar a proximidade que n&oacute;s queremos nas comunidades&rdquo;, disse &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA D. Antonino Dias.</p>
<p>O audit&oacute;rio Elvino Pereira (Ma&ccedil;&atilde;o) recebeu este s&aacute;bado a assembleia sobre &lsquo;Comunidades crist&atilde;s e a&ccedil;&atilde;o social: o desafio da proximidade&rsquo;, promovida pelo Secretariado da Pastoral Social e Mobilidade Humana da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, com a participa&ccedil;&atilde;o de cerca de 250 pessoas.</p>
<p>Para o bispo diocesano, as comunidades n&atilde;o se medem pelas pessoas que t&ecirc;m, mas pela &ldquo;capacidade de amar&rdquo; e &ldquo;estar abertas a cuidar do outro&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Se uma par&oacute;quia n&atilde;o existir para dar respostas &agrave;s pessoas, para que &eacute; que queremos a par&oacute;quia?&rdquo;, questiona.</p>
<p>Num debate sobre poss&iacute;veis novos modelos paroquiais, D. Antonino Dias recorda que a sua diocese tem uma realidade territorial muito distinta, que vai do Alentejo &agrave; Beira, passando pelo Ribatejo.</p>
<p>O principal objetivo, precisa, &eacute; que &ldquo;cada par&oacute;quia procure dar a resposta poss&iacute;vel, que funcione&rdquo;, num &ldquo;servi&ccedil;o &agrave; comunidade humana&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;A cultura mudou, h&aacute; o interc&acirc;mbio que a mobilidade facilita, h&aacute; muitas maneiras de estar na vida&rdquo;, assinala, exigindo respostas diferentes, inclusive para os que &ldquo;n&atilde;o t&ecirc;m consci&ecirc;ncia da perten&ccedil;a&rdquo; ou &ldquo;passam esporadicamente&rdquo; pelas comunidades cat&oacute;licas.</p>
<p>O bispo de Portalegre-Castelo Branco assume os desafios que o isolamento e uma popula&ccedil;&atilde;o idosa representam, num territ&oacute;rio que em 2017 foi particularmente fustigado pelos inc&ecirc;ndios florestais.</p>
<p>&ldquo;A diocese ficou tremendamente marcada. Este concelho de Ma&ccedil;&atilde;o, que os meios de comunica&ccedil;&atilde;o quase n&atilde;o falam dele, foi dos mais devastados&rdquo;, real&ccedil;a D. Antonino Dias.</p>
<p>O respons&aacute;vel refere que, al&eacute;m da reconstru&ccedil;&atilde;o do que foi destru&iacute;do pelo fogo, &ldquo;h&aacute; necessidade de responder a outras car&ecirc;ncias que existem, &agrave; solid&atilde;o&rdquo;.</p>
<p><img loading="lazy" alt="" aria-describedby="caption-attachment-130909" height="260" src="https://agencia.ecclesia.pt/portal/wp-content/uploads/2019/03/acao_social_portalegre1-390x260.jpg" width="390" /></p>
<p id="caption-attachment-130909">Foto: Ag&ecirc;ncia ECCLESIA/PR</p>
<p>Elic&iacute;dio Bil&eacute;, presidente da C&aacute;ritas Diocesana e do Secretariado da Pastoral Social e Mobilidade Humana de Portalegre-Castelo Branco, considerou, por sua vez, que &ldquo;&eacute; cada vez mais premente que o setor social se organize&rdquo;, como um &ldquo;testemunho da f&eacute;&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;A Pastoral Social, testemunho dessa viv&ecirc;ncia crist&atilde;, deve ser organizada de tal forma que os outros tamb&eacute;m olhem para n&oacute;s de uma forma que os interpele, que os possa motivar e n&atilde;o afastar&rdquo;, assinala.</p>
<p>O respons&aacute;vel real&ccedil;a que a Igreja Cat&oacute;lica tem sido pioneira, neste setor social, &ldquo;muito din&acirc;mica nas respostas, com uma a&ccedil;&atilde;o preponderante, n&atilde;o s&oacute; no caso dos inc&ecirc;ndios&rdquo;.</p>
<p>Num territ&oacute;rio desertificado, Elic&iacute;dio Bil&eacute; defende maior abertura das par&oacute;quias &agrave; &ldquo;participa&ccedil;&atilde;o ativa dos leigos&rdquo;, na organiza&ccedil;&atilde;o e na dinamiza&ccedil;&atilde;o da &ldquo;a&ccedil;&atilde;o concreta que &eacute; preciso desenvolver&rdquo;, em particular na &ldquo;anima&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria&rdquo;.</p>
<p>A assembleia diocesana teve como convidados o padre Tiago Freitas (Arquidiocese de Braga), que falou sobre &lsquo;Novos horizontes da realidade paroquial&rsquo;; e Juan Ambr&oacute;sio, professor de Teologia na Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, que apresentou o tema &lsquo;A a&ccedil;&atilde;o social como proximidade: polo identit&aacute;rio das comunidades crist&atilde;s&rsquo;.</p>
<p>Em declara&ccedil;&otilde;es &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, Juan Ambr&oacute;sio afirmou ser necess&aacute;ria uma maior aten&ccedil;&atilde;o &agrave; &ldquo;quest&atilde;o da concretude da vida das pessoas&rdquo;, proposta pelo Papa Francisco para o itiner&aacute;rio da Igreja Cat&oacute;lica, para que seja capaz de &ldquo;ir ao encontro&rdquo; dos outros, sendo &ldquo;proativa&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Hoje, a Pastoral Social tem de ser, cada vez mais, aquela que vai ao encontro de e n&atilde;o aquela que est&aacute; &agrave; espera que as pessoas com necessidades venham ao seu encontro&rdquo;, apontou.</p>
<p class='kyrios_post_author' style="font-size: 10px;text-align: right">Agência ECCLESIA PR/OC</p>
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		<title>Conclusões da 10ª Assembleia Diocesana da Pastoral Social e Mobilidade Humana</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Mar 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="152" height="152" src="https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2.png" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" loading="lazy" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2.png 152w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-150x150.png 150w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-10x10.png 10w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-80x80.png 80w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-45x45.png 45w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-150x150@2x.png 300w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-10x10@2x.png 20w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-80x80@2x.png 160w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-45x45@2x.png 90w" sizes="(max-width: 152px) 100vw, 152px" />No dia 16 de março, II Domingo da Quaresma, a Diocese de Portalegre – Castelo Branco reuniu no Auditório Elvino Pereira, em Mação a 10.a Assembleia Diocesana da Pastoral Social, organizada pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana com a participação de pessoas vindas das diversas zonas pastorais da Diocese, representantes de diversos grupos, movimentos e obras, párocos e entidades convidadas. &#8230; <a href="https://www.portalegre-castelobranco.pt/conclusoes-da-10a-assembleia-diocesana-da-pastoral-social-e-mobilidade-humana">Ler Mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="152" height="152" src="https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2.png" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" loading="lazy" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2.png 152w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-150x150.png 150w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-10x10.png 10w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-80x80.png 80w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-45x45.png 45w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-150x150@2x.png 300w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-10x10@2x.png 20w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-80x80@2x.png 160w, https://www.portalegre-castelobranco.pt/wp-content/uploads/2019/03/mobilidade-humana-2-45x45@2x.png 90w" sizes="(max-width: 152px) 100vw, 152px" /></p>
<p><!--raw--><br /><!--/raw--><em><q>No dia 16 de março, II Domingo da Quaresma, a Diocese de Portalegre – Castelo Branco reuniu no Auditório Elvino Pereira, em Mação a 10.a Assembleia Diocesana da Pastoral Social, organizada pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana com a participação de pessoas vindas das diversas zonas pastorais da Diocese, representantes de diversos grupos, movimentos e obras, párocos e entidades convidadas. </em></q><!--raw--><br /><!--/raw--></p>
<p>No dia 16 de março, II Domingo da Quaresma, a Diocese de Portalegre &ndash; Castelo Branco reuniu no Auditório Elvino Pereira, em Mação a 10.a Assembleia Diocesana da Pastoral Social, organizada pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana com a participação de pessoas vindas das diversas zonas pastorais da Diocese, representantes de diversos grupos, movimentos e obras, párocos e entidades convidadas.</p>
<p>A Assembleia, participada por cerca de 200 pessoas representantes das diversas comunidades cristãs da diocese, teve como tema: &ldquo;Comunidades Cristãs e Ação Social &ndash; o desafio da proximidade&rdquo; Foi presidida pelo senhor Bispo, Dom Antonino Dias, que iniciou com um tempo de oração. O Diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana, Elicídio Bilé, apresentou o programa da Assembleia, começando por saudar: o senhor Bispo, Dom Antonino Dias; o senhor Presidente da Câmara Municipal de Mação, Dr. Vasco Estrela; o Arcipreste de Abrantes, Pe. Adelino Cardoso; o Pároco de Mação, Pe. Amândio Mateus; todas as Entidades presentes, os órgãos de comunicação social e todos os participantes. Agradeceu à câmara Municipal de Mação a cedência das instalações, o apoio concedido, e a presença do seu Presidente, à Escola Básica EB 2-3 e Secundária de Mação, a cedência do espaço para o almoço e a sua confeção. Manifestou reconhecimento ao pároco e à Cáritas Paroquial de Mação, pelo apoio na preparação da Assembleia e na logística. Agradeceu, também, aos palestrantes, Pe. Doutor Tiago Freitas da Arquidiocese de Braga e ao teólogo, Doutor Juan Ambrósio da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. De seguida fez o enquadramento da Assembleia, recordando que esta ocorre no início da Semana Cáritas que tem por lema &ldquo;Juntos numa só família Humana&rdquo;, cujo ponto alto será o 3.o Domingo da Quaresma, com diversas iniciativas e como oportunidade para tornar visível este serviço da Igreja a favor dos mais carenciados possibilitando a partilha fraterna de bens, não como uma forma limitada de caridade, mas com verdadeiro sentido de justiça, como sinal e caminho de comunhão de vida, segundo a justiça de Deus.</p>
<p>Seguiu-se a Sessão de Abertura presidida pelo senhor Bispo que teve palavras de estímulo e de incentivo à participação de todos e na identificação com os objetivos da jornada. Agradeceu a colaboração da Câmara Municipal e dos palestrantes convidados. Lembrou que colocou na página do facebook um texto sobre o tema da Assembleia, com o título: &ldquo;Que a paróquia se reveja e cuide&rdquo;. Usaram da palavra o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco sublinhando a boa cooperação entre a Autarquia, a Diocese e a Cáritas</p>
<p>Referiu que o tema proposto, vem interpelar-nos sobre: o modelo de paróquia que</p>
<p>temos: com base na territorialidade ou na antropologia?; qual é o verdadeiro sentido de</p>
<p>comunidade cristã?; que participação e corresponsabilidade têm os leigos na planificação e no</p>
<p>desenvolvimento da pastoral na paróquia?; que lugar ocupa a caridade organizada e o</p>
<p>acolhimento?; como se promove a fraternidade?</p>
<p>Diocesana/Secretariado Diocesano da Pastoral Social, que se tem traduzido em colaboração mútua, com especial relevância no apoio às vítimas dos incêndios florestais de 2017 e uma palavra de acolhimento a todos os participantes nesta jornada diocesana.</p>
<p>&rdquo; Novos horizontes da realidade paroquial&rdquo;, foi o tema que o Pe. Doutor Tiago Freitas desenvolveu durante a manhã, tendo por base a sua tese de douramento na Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, com um trabalho publicado com o título de &ldquo;Colégio de Paróquias &ndash; A paróquia em tempos de mobilidade&rdquo;.</p>
<p>O Pe. Tiago Freitas abordou o tema em três vertentes; Mobilidade religiosa; Paróquia; Colégio de Paróquias.</p>
<p>Na primeira vertente &#8211; Mobilidade Religiosa, começou por apontar duas mudanças de paradigma: 1. &ldquo;Crise da memória e heranças cristãs, acompanhadas por uma espécie de agnosticismo prático e indiferentismo religioso&rdquo; (João Paulo II, Ecclesia in Europa), 2. Secularismo e agnosticismo prático: Fé é algo do foro íntimo e a-cultural; &ldquo;A fé não deve ser pressuposta, mas proposta&rdquo; (Bento XVI, Discurso em Bernardins 2008). No seu desenvolvimento fez referência à Era Secular que resulta de uma nova condição do crente que se confronta com a não crença, ao crer sem pertencer, uma ambígua relação entre o crente e Deus.</p>
<p>Na segunda vertente &ndash; a Paróquia, falou da civilização paroquial, na qual paróquia influi nos ritmos sociais, ou seja, enforma os tempos e espaços comuns, constrói uma identidade cultural partilhada e supera o seu penhor estritamente eclesiástico. Citou Tito Casini, &ldquo;O teu batistério, o teu cemitério. No âmbito do território, na sombra do teu campanário, a poucos passos um do outro, estão os dois confins da minha existência, os pontos de partida e de chegada da minha viagem terrena&rdquo;. Em sequência abordou a crise da paróquia, uma crise de transmissão da fé e dos valores do cristianismo citando Henri Gagey, &ldquo;A presente crise que a Igreja Católica atravessa é a repercussão, na mesma Igreja, de uma mutação social e cultural de uma considerável envergadura&rdquo;. Apontou alguns traços da fisionomia da paróquia e um tipo de organização, como resposta, baseada nas Unidades Pastorais que tiveram o seu início em 1991, em Colónia, na Alemanha, abordando as razões contingentes e teológicas para a sua organização. Fez, em seguida, um percurso pelo conceito de paróquia ao longo dos tempos.</p>
<p>Na terceira vertente, Colégio de Paróquias, começou por abordar a mobilidade numa perspetiva territorial e religiosa, para falar, depois, da sua dimensão constitutiva: Hospitalidade; Gestação; Comunicação; Memória. Definiu os objetivos e apresentou uma definição para o colégio de paróquias em duas dimensões: 1 &#8211; É a presença qualificada, próxima e ministerial da Igreja em lugares de particular relevo antropológico e espiritual para, de modo ágil e estável, atingir as periferias humanas e anunciar Cristo; 2- É o conjunto das paróquias, entendidas como realidades de presença ministerial qualificada num determinado lugar, e curadas, sob a presidência de um pároco, por um colégio representativo dessas mesmas realidades.</p>
<p>&ldquo;A Ação Social como Proximidade: polo identitário das comunidades cristãs&rdquo; foi o tema desenvolvido pelo Teólogo Doutor Juan Ambrósio Docente da Faculdade de</p>
<p>Teologia da Universidade Católica Portuguesa. O tema foi apresentado em três partes complementares: Pressupostos para a reflexão; A Ação Social no coração do ser e do viver eclesial; A Ação Social eixo de interpelação à vida da Comunidade.</p>
<p>Na primeira parte, Pressupostos para a Reflexão, o Doutor Juan Ambrósio afirmou que o cristianismo tem como fundamento, meta e estrutura uma experiência de encontro: com Jesus Cristo (no seu modo de ser e de viver); com Deus (na proposta do Reino); com o ser humano e a sua história (no que são os seus anseios, as suas fragilidades, as suas realizações). Citou a Nota Pastoral da CEP para o Ano Missionário e o Mês Missionário Extraordinário, 20/05/2018, n.o 3. &ldquo;Todos, Tudo e Sempre em missão&rdquo;: &ldquo;Trata-se de colocar a missão de Jesus no coração da própria Igreja, transformando-a em critério para medir a eficácia das estruturas, os resultados do trabalho, a fecundidade dos seus ministros e a alegria que são capazes de suscitar, porque sem alegria não se atrai ninguém.&rdquo;, para dizer que em bom rigor não é a Igreja que tem uma missão, é a missão que tem uma Igreja! Missão que tem a ver com todos e cada um (não reservada só a alguns, só a especialistas). Missão que se concretiza: no anúncio da Palavra; na celebração da fé; na vivência da diaconia/caridade. Unidos, cimentados, tecidos, sustentados pela comunhão. Concluiu este ponto afirmando que a paróquia tem como horizonte o mundo das pessoas, e o mundo das pessoas tem como horizonte a paróquia.</p>
<p>Na segunda parte, a Ação Social no coração do ser e do viver eclesial, apresentou a diaconia da caridade como: sinal e luz que tornam crível e visível o amor de Deus revelado em Jesus Cristo; constitutiva e tipificante da experiência eclesial; mais do que filantropia e solidariedade, pois é suportada pelo amor gratuito de Deus; e, é também verdadeiramente &laquo;anúncio do Evangelho&raquo; e &laquo;celebração da fé&raquo;. Referiu que a identidade e missão cristãs também geram uma ortopraxia: 1- Não se esgotam em teorias e códigos, não são só afirmações de verdades a acreditar. São um dizer que tem obrigatoriamente de ser traduzido num fazer e num viver. 2- Sendo processos dinâmicos, a identidade e missão cristãs são mais fiel e plenamente vividas na medida em que escutarmos as interpelações que nos são colocadas pelo mundo em que vivemos.</p>
<p>Na terceira parte, a Ação Social eixo de interpelação à vida da Comunidade, falou da vivência da fraternidade (tecer teias de relações) afirmando que as comunidades cristãs são chamadas a testemunhar e desenvolver a dimensão da fraternidade humana e uma proposta de sentido (dimensão social e política da fé): educando os crentes na atenção à história e no discernimento dos &laquo;sinais dos tempos&raquo;; comprometendo-se na ação transformadora dos ambientes e estruturas sociais; combatendo a pobreza e todas as situações de injustiça.</p>
<p>Por fim falou da necessária e indispensável organização da Ação Social: 1 &#8211; Em ordem a que possa ser uma ação constante, harmónica e persistente, com uma necessária significatividade pública; 2 &#8211; Congregando esforços, definindo prioridades, evitando duplicações e o desbaratar de energias e de meios; 3 &#8211; Enquadrando e</p>
<p>aprofundando o papel dos diversos grupos, nomeadamente da Cáritas, enquanto expressão &ldquo;oficial&rdquo;, estrutural-simbólica do agir sociocaritativo da Igreja. Do fomento dos ministérios da diaconia/caridade, como realização de uma tarefa essencial na vida da Igreja, com uma configuração de serviço precisa, assumida como compromisso estável, e reconhecida pela comunidade eclesial. Acrescentou que não podemos deixar de nos questionar como é possível desenvolver, neste âmbito, os carismas próprios e a vocação caritativa das comunidades.</p>
<p>Terminou reforçando a força profética da diaconia/caridade, manifestada essencialmente em dois vetores: 1 &#8211; uma sensibilidade e atenção profunda às situações de pobreza (cuidado do outro); 2 &#8211; um compromisso, ousado e criativo na procura do bem-comum.</p>
<p>Como conclusão da sua exposição, afirmou que é verdadeiramente fundamental perceber e verificar se os pobres, e os que estão nas periferias, encontram motivos de acolhimento e esperança nos cristãos e nas suas comunidades.</p>
<p>O debate com os conferencistas foi intenso e profícuo revelando o interesse como foi vivido este dia de reflexão e partilha.</p>
<p>A terminar o Diretor do Secretariado sublinhou a preocupação na organização da Pastoral Social na Diocese, incentivando a que os participantes desta Assembleia sejam veículos do que aqui foi tratado, entusiasmando os membros das suas comunidades a estarem despertas para darem o seu contributo na missão da Igreja e na participação nas diversas ações de formação que o Secretariado realiza.</p>
<p>O senhor Bispo, antes da oração final, encerrou os trabalhos sublinhado a preocupação e a necessidade da Diocese organizar a Pastoral social, em todas comunidades cristãs, criando e desenvolvendo a Cáritas, como serviço na comunidade, em nome da Igreja. A Cáritas Diocesana e o Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana, têm a missão de animar os Grupos Paroquiais de Ação Social, ajudar na sua organização e dotá-los de ferramentas de intervenção. A palavra final foi de agradecimento a todos os que participaram, aos palestrantes e aos que colaboraram na organização deste dia diocesano da Pastoral Social.</p>
<p>Portalegre, 16 de março de 2019</p>
<p>Elicídio Bilé<br />
Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana<br />
e-mail &#8211; caritas.ptg@gmail.com</p>
<p class='kyrios_post_author' style="font-size: 10px;text-align: right">Nuno Miguel Barradas Tavares Folgado</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.portalegre-castelobranco.pt/conclusoes-da-10a-assembleia-diocesana-da-pastoral-social-e-mobilidade-humana">Conclusões da 10ª Assembleia Diocesana da Pastoral Social e Mobilidade Humana</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.portalegre-castelobranco.pt">Portalegre-Castelo Branco</a>.</p>
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